Um homem acusado de transportar 293 quilos de maconha, além de quase 2 quilos de skunk, foi condenado pela Justiça a 10 anos, três meses e 25 dias de prisão.

A sentença foi determinada pela juíza Erica Lourenço de Lima Ferreira, no dia 20 deste mês, mas só foi divulgada no domingo (24) pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Ainda cabe recurso. 

Conforme a decisão da juíza, o homem foi flagrado em setembro de 2018. Na ocasião, ele dirigia um carro com placas clonadas. Em depoimento, ele disse que foi contratado para levar a droga de Balneário Camboriú, no litoral Norte catarinense, até Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

A prisão aconteceu no km 222 da BR-101, em Palhoça, na Grande Florianópolis. O homem foi descoberto após a Polícia Rodoviária Federal (PRF) receber uma informação repassada pela Polícia Militar do Rio Grande do Sul, que dizia em qual modelo de carro as drogas estariam.

Na sentença, consta que o homem chegou a tentar fugir, quando os policiais determinaram que ele parasse. Entretanto, ele desistiu da fuga e encostou o carro. O veículo que ele dirigia tinha placas clonadas. Quando os policiais perceberam a existência da droga, ele confessou e terminou preso.

À juíza, o réu afirmou que estava desempregado e que receberia uma quantia em dinheiro para realizar o transporte da droga até o Rio Grande do Sul. Entretanto, a confissão não foi suficiente para reduzir a pena.

O homem foi condenado pelos crimes de tráfico de drogas, receptação e adulteração de identificação de veículo. Embora ainda caiba recurso, a juíza determinou que ele siga detido.